O sargento da Marinha, Fábio Gefferson dos
Santos Maciel, de 33 anos, morreu a menos de seis horas após o seu
casamento por volta das 20h30m deste domingo, no Clube Nautilus, na Ilha
do Governador, diante de cerca de 200 convidados.
Fábio saiu da festa correndo e brincando com uma das madrinhas quando
tropeçou. Ao cair, a tulipa que ele havia guardado no seu bolso
esquerdo, quebrou e fez um corte na veia femural. O sargento não
resistiu ao ferimento e morreu às 2h16m da madrugada desta
segunda-feira, a caminho do Hospital Paulino Werneck, também na Ilha.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Morre o ator e diretor Marcos Paulo
Morreu na noite deste domingo (11), de embolia pulmonar, o ator e diretor Marcos Paulo. Ele estava em casa, no Rio, e tinha 61 anos de idade.
Em agosto do ano passado, o ator e diretor passou por cirurgia para remover um tumor no esôfago. Ele havia sido diagnosticado com câncer em maio de 2011. Segundo comunicado da Central Globo de Comunicação divulgado na época, Marcos Paulo havia descoberto o tumor precocemente em exames de rotina e tinha dado início ao tratamento em seguida.
Na última sexta-feira (9), Marcos Paulo compareceu ao 9º Amazonas Film Festival, em Manaus . Ele retornou ao Rio na manhã deste domingo.
Amigos e familiares de Marcos Paulo se reúnem para se despedir do diretor em uma das capelas do Memorial do Carmo, cemitério do Rio, nesta segunda-feira, 12. O velório está marcado para começar às 11h.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Thiago Lacerda: “Não vou dizer que não sou galã, só nunca me preocupei com isso”
Encarar William Shakespeare
, e sobretudo subir no palco para enfrentar Hamlet, não é para qualquer
um. Mas
Thiago Lacerda
não é qualquer um. O desafio de representar o mais clássico dos textos
do mais clássico dos dramaturgos não aterrorizou o ator. Nem mesmo
lembrar que, antes dele, o papel esteve na mão de (dá-lhe clássicos!)
Paulo Autran
, Sir Laurence Olivier
, Gérard Depardieu
. “É bom deixar claro que sou só mais um ator fazendo um personagem que
já foi feito várias vezes. Não tenho nenhuma pretensão de revelar ao
público o Hamlet, e sim, o meu Hamlet”, diz Thiago.
Até mesmo cortar o cabelo de forma radical, deixando buracos e falhas na
cabeça, foi um caminho para encontrar o seu personagem na montagem
dirigida por Ron Daniel
, em cartaz no teatro Tuca, em São Paulo. O “corte Hamlet” foi como um
ritual para evocar o conflito e o sofrimento do príncipe dinamarquês.
Não se iluda: nem o cabelo de “leproso” estraga Thiago. Ele é um pão. De
perto parece até mais bonito do que na TV. E é com a metáfora do “pão
quentinho” que ele explica sua disposição para entrar em cena. “Eu gosto
dessa ideia de não saber o que vai acontecer e fazer o pão ali, na
hora. Se o pão não estiver fresquinho, não tem graça. Quando abre o
pano, é guerra.” Ele não refuta a fama de galã, mas também não a
alimenta. "Não vou dizer que não sou galã. Só nunca me preocupei com
isso." Para falar da vida pessoal, ele tira a máscara: “Não tem
personagem que seja mais difícil do que permanecer casado.” A seguir, um
compacto dos melhores momentos da entrevista.
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