terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Preso por abusar e encarcerar filha é decapitado no Maranhão.
A história do lavrador José Agostinho Bispo, de 55 anos, terminou de forma trágica nesta terça-feira. Durante a rebelião na Delegacia de Pinheiro, ele foi um dos presos decapitados pelos líderes do motim. Bispo foi condenado a 63 anos de prisão por ter abusado de duas filhas. Uma delas, Sandra Maria Monteiro, foi mantida em cárcere privado durante 16 anos. Hoje, mais de seis meses após a prisão de Bispo, ela ainda vive em um casa-abrigo da prefeitura de Pinheiro, cidade a 340 quilômetros de São Luís.
A própria delegada regional de Pinheiro, Laura Amélia Barbosa, afirmou, após a condenação de Bispo, que muito provavelmente ele morreria na prisão. Quando Agostinho soube que seria condenado, ele pensou em cometer suicídio. Pelas primeiras informações sobre a rebelião, Agostinho foi uma das primeiras vítimas.
Exames de DNA confirmaram que o lavrador José Agostinho Pereira Bispo, é o pai biológico dos oito filhos que ele teve com as suas duas filhas, Sandra Maria Monteiro, de 28 anos, e Maria Sandra, de 31 anos.
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